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Robô velocista, luva mágica e realidade aumentada para divulgar jogo. Veja o Top 5!

Semana que tem feriado é mesmo assim, na segunda já está todo mundo pensando na sexta, mas nós da eyllo não paramos e selecionamos para vocês algumas notícias que chamaram a nossa atenção nos últimos cinco dias. Leia o que separamos para vocês:

- Segunda-Feira (03) – luva incrível e realidade aumentada e Resident Evil:

Setembro começou bem agitado para a eyllo, nossa participação no MKT 2.0 repercutiu bastante na rede, mas além disso duas notícias chamaram nossa atenção. Para os praticantes de esporte, pesquisadores inventaram uma luva que imita o movimento de atletas famosos e ajuda a melhorar o desempenho dos amadores. Isso mesmo! Basta fazer um download dos movimentos. Assim, você pode jogar tênis como Andy Murray. Pelo menos, é o que garantem os inventores da luva.

Residente Evil 6/Divulgação site Resident Evil SAC.

Residente Evil 6/Divulgação site Resident Evil SAC.

Já pra quem curte um game e adora a franquia Resident Evil, a sexta versão do jogo será lançada em outubro, mas até lá você vai poder se deparar com um vasto material de divulgação, que começou a ser liberado ontem, na Europa. A estratégia de lançamento  inclui entre outras coisas, filme e game de realidade aumentada.

- Terça-Feira (04) – poderes da mente:

É maravilhoso ver que os avanços tecnológicos podem ajudar muitas pessoas. A boa novidade desta semana nesta área foi o anúncio de um grupo de cientistas da Califórnia que garante ter desenvolvido uma técnica para que a mente controle membros artificiais. Braços e pernas cibernéticas para amputados parecem ser uma realidade cada vez mais próximas. O máximo, não?

- Quarta-Feira (05) – outra luva inteligente:

Já que abrimos as notícias da semana falando de luvas, aqui vai mais uma que foi lançada, desta vez pela Nokia. A gigante dos celulares inventou um gadget para acompanhar a linha Lumia especialmente para quem odeia usar o celular na rua durante o inverno. Ok, a não ser que você esteja no Sul, por qui nem é tanto problemas, mas acima do Equador o negócio é diferente. A luva é ultra sensível e permite que o usuário tenha total sensibilidade da tela, além de reconhecer entrada de dados e manter a mão quentinha. Uma boa!

- Quinta-Feira (06) – robô rapidinho e Men in Black usam impressora 3D:

Um robô da Darpa (algo como Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa), chamado de Cheetah agitou, não só a comunidade tecnológica, mas também a do esporte. A geringonça, afirmam seus criadores, bateu, não só seu próprio recorde de velocidade, como também o de Usain Bolt. o robô mais veloz da história, superou o seu próprio recorde de velocidade e alcançou o pico de 45,5 Km/h em um trecho de 20 metros. O recorde de Bolt foi em uma prova de 100 metros, em 2009, quando o atleta alcançou a marca de 44,7 Km/h em um sprint de 20 metros. Bichinho rápido esse…

As impressoras 3D realmente estão invadindo a indústria e já são febre até para fazer peças cenográficas para o cinema. As armas usadas no filme Homens de Preto 3, por exemplo, foram feitas usando a tecnologia. Os caras que fizeram as armas, falaram sobre a ideia, a técnica e sobre os modelos desenvolvidos.

- Sexta-Feira (07) – joias impressas, um dia você vai ter uma:

Não só no cinema as impressoras fazem sucesso. Como já estão imprimindo de tudo com elas, comida, armas, casas, carros, tênis, nada mais natural do que fazerem joias também. E não são de papel, não. São de verdade, feitas com metal preciso, como ouro. O vídeo mostra como algumas peças foram produzidas e totalmente impressas em 3D. Essa invenção, realmente, não tem preço…

Essas foram algumas notícias que achamos interessantes e que queríamos dividir com vocês. Se você é leitor do blog e também viu alguma coisa legal que aconteceu na semana, deixe suas sugestões aqui no blog da eyllo.

(Fontes deste post: Engadget, The Daily Mail, WebProNews, Resident Evil Sac)

A Realidade Aumentada vai trazer os Jogos Olímpicos para perto, muito perto, de você!

Arcos Olímpicos

Arcos Olímpicos

Na próxima sexta-feira, acontece a abertura oficial dos Jogos Olímpicos de Londres, embora o torneio de futebol comece na próxima quarta, a trigésima edição da competição na Era Moderna, com a capital inglesa tornando-se a primeira cidade a sediar o evento pela terceira vez. Até o dia 12 de agosto, serão mais de dez mil atletas buscando medalhas em 303 disputas divididas em 26 modalidades.

Contudo, ao contrário do ano de 1908, quando foi anfitriã pela primeira vez, Londres será a primeira tentativa real de interação, ou por que não dizer de imersão (?), entre audiência e competição. Se no final da primeira década do século passado, o avião estava se tornando algo possível e o automóvel já era um bem de consumo desejado; e se em 1948, o mundo juntava os cacos pela Segunda Gerra Mundial, este retorno dos Jogos a Londres será um marco na tecnologia de transmissão e um possível divisor de águas na maneira como o público passará a consumir grandes eventos.

Para conseguir levar ao espectador toda a emoção proporcionada por cada partida, cada esforço e cada gesto dos atletas, os conglomerados de informação ao redor do mundo se prepararam como nunca para inovar na cobertura do evento. No Brasil, jornais, revistas e emissoras de televisão estão buscando as mais variadas alternativas pra tirar o máximo de proveito possível em cotas publicitárias e em audiência. Umas das estratégias mais flagrantes, claro, será o uso do 3D e da realidade aumentada.

Investindo pesado na qualidade da imagem e em ângulos jamais mostrados antes em competições esportivas, as empresas de comunicação perceberam que o momento é de dar mais, especialmente quando um evento do porte dos Jogos Olímpicos é capaz de atrair o interesse de um público que muitas vezes não é consumidor de esportes. Por isso, além de edições visualmente mais interessantes, periódicos impressos como o Estadão e O Globo já embarcaram nessa onda há algum tempo, como destacamos em outra oportunidade aqui no Blog da eyllo. Nos finais de semana, por exemplo, o jornal carioca traz uma QR Code para alguma matéria descolada. O impresso paulista, por sua vez, criou um caderno especial para Londres cheio de iterações com códigos e RA.

Porém, deverá ser na telinha, e até mesmo na telona, que o espectador será surpreendido pelas novidades. A Record, por exemplo, que detém os direitos de transmissão para a TV aberta, promete, além da melhor qualidade de imagem, levar os Jogos literalmente até o público. Para isso, disponibilizará, em 20 salas de cinema do país, transmissões em 3D de várias modalidades.

Por sua vez, a o canal a cabo ESPN usará todo o know-how de sua irmã americana para levar ao torcedor, nos seus estúdios, todos os recursos que a tecnologia do touchscreen e da realidade aumentada podem proporcionar aos seus apresentadores, para dar que todos possam extrair o máximo de cada informação; seja ao analisar uma imagem ou ao exibir um gráfico de performance.

Não é à toa, portanto, que o lema dos Jogos é ‘Inspire a Generation’ (Inspirando uma geração), pois a audiência do mundo inteiro será testemunha, não só dos incríveis feitos esportivos tão característicos da competição, onde cada atleta põe seus próprios limites à prova; como também da experiência única que a tecnologia é capaz de oferecer, ao unir público e evento em tempo real, não importando distâncias, coisa que, aliás, vem fazendo através da História. Se o cinema levou registros, o rádio agilizou a informação, a TV aprimorou a imagem e a Internet aproximou o mundo, chegou a vez da RA fazer este mesmo mundo interagir. Os Jogos Olímpicos de Londres já são um marco, pois serão os primeiros em que, de fato, isto irá acontecer. É só escolher seus esporte favorito, tirar proveito dos recursos disponíveis e torcer!

Como você espera ver essa tecnologia aplicada nas transmissões? Na sua opinião, as emissoras brasileiras possuem estrutura para oferecer tudo o que estão prometendo sem fazer feio? Comente!

Realidade aumentada no esporte, no seu ídolo e também nas prateleiras!

Como você já sabe, a realidade aumentada faz parte do nosso dia a dia há muito tempo. Seja para o lazer, como sua aplicação nos filmes, ou para a produção de peças pesadas, como motores de avião; a cada momento surgem novas formas de aplicar essa tecnologia para facilitar e expandir a nossa vida (puxando brasa para a nossa sardinha, tá aí o Paprika que não nos deixa mentir! ;-)).

Um dos setores que mais se diverte com a aplicação da realidade aumentada é o do marketing, que cada vez mais a aplica em estratégicas comerciais para chamar a sua atenção. Já em 2010, por exemplo, a Portuguesa paulista colocou a venda um terceiro uniforme (todo preto) que, ao ser apontado para uma câmera do computador, conduzia o dono da camisa para um link promocional. Em 2010, também, a empresa responsável pelo marketing do Flamengo colocou no site do clube um código que permitia ao torcedor experimentar uma camisa virtualmente. Outras ações como essas estão se tornando mais do que comuns hoje em dia.

O Lyon, por exemplo, clube tradicional do futebol francês, lançou no mês passado, para a temporada 2012-2013, a sua terceira camisa que extrapola a tecnologia utilizada na camisa da Lusa, pois esta é toda em 3D. Basta colocar um óculos para ver os contornos que a Adidas deu ao uniforme.

No final do ano passado, as transmissões da ESPN do Campeonato Universitário de Futebol Americano, também exploravam o recurso, através do sistema GameView, onde era possível ao espectador até simular estratégias para uma jogada.

Mas, no quesito performance dos atletas, uma briga boa que promete vir por aí, na esteira do lançamento do Projeto Google Glass, é o produto que a Oakley está desenvolvendo há algum tempo. Com suporte no know-how dos óculos produzidos com MP3 integrado, o objetivo da empresa, que também pode ter aplicação militar, é criar um dispositivo que aprimore o rendimento e ajude no treinamento de atletas de alta performance, bem como de praticantes regulares de atividades físicas. Já imaginou, arremessar uma bola para a cesta e ser informado pelos óculos sobre a trajetória e a força aplicada ao lançamento? Ou receber os mesmos dados para treinar chutes e cobranças de falta?

Este tipo de dispositivo propõe trazer para o usuário, em tempo real, estatísticas e informações de sua performance, melhorando sobremaneira o desempenho atlético e possibilitando novas estratégias de treinamento. Os óculos da Oakley, como dito, ainda estão em desenvolvimento e não têm previsão de lançamento. Talvez isso ainda não seja usado como recurso de treino para as Olimpíadas de Londres, que começam em julho, mas quem sabe para os Jogos Olímpicos do Brasil, em 2016, não seja mais uma novidade?

Tudo isso parece incrível, não? Contudo é uma realidade que está cada vez mais próxima de nós. E olha que a gente nem precisa aumentar nada nessas notícias!

Você acredita que a realidade aumentada pode ajudar a melhorar a performance dos atletas? Qual dispositivo de realidade aumentada você criaria para aplicar no esporte? Nós da eyllo queremos saber sua opinião!